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30 Mar 2019 02:42
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<h1>A Hist&oacute;ria Da Culin&aacute;ria Europeia, Em Receitas</h1>

<p>O historiador su&iacute;&ccedil;o Rudolf Trefzer tem duas casas. Uma delas fica em Zurique, pela Su&iacute;&ccedil;a, de onde falou por telefone com o iG Comida . A outra &eacute; numa cidadezinha italiana no Piemonte, norte da It&aacute;lia. Tue, 19 Apr 2018 , Trefzer passa boa por&ccedil;&atilde;o do tempo na cozinha. Em teu livro Cl&aacute;ssicos da Literatura Culin&aacute;ria (Editora Senac, 328 p&aacute;gs., 65 reais), Trefzer constr&oacute;i uma esp&eacute;cie de linha do tempo na gastronomia europeia. S&atilde;o 8 s&eacute;culos de cobertura. Pra essa finalidade, organizou, estudou e alegou documentos e a biografia de seus autores.</p>

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<p>Virando as p&aacute;ginas, encontramos desde o famoso Viandier , escrito por Taillevant pela Idade M&eacute;dia e uma das mais antigas colet&acirc;neas de receitas da Europa, at&eacute; elBulli2004 , do catal&atilde;o Ferran Adri&agrave;, Juli Soler e Albert Adri&agrave;. Primeira Dezena De Novembro De 2018 trajet&oacute;ria, o Trefzer encontrou s&oacute; duas autoras mulheres, de um total de quinze grandes cozinheiros e pesquisadores de comida.</p>

<p>Casado com uma brasileira, Trefzer esteve h&aacute; pouco tempo em S&atilde;o Paulo e visitou o restaurante Man&igrave;, da chef Helena Rizzo. Confira abaixo a entrevista completa com o autor. Veja assim como uma sele&ccedil;&atilde;o de imagens do livro. G Comida: H&aacute; quanto tempo o senhor estuda cultura gastron&ocirc;mica? Sua busca teve in&iacute;cio em artigos publicados em jornais e revistas europ&eacute;ias. Depois, como se deu a coleta de detalhes documentais para a finaliza&ccedil;&atilde;o do livro?</p>

<p>Rudolf Trefzer: Os doze artigos foram escritos ao longo de em torno de 3 anos e publicados em jornais e revistas europeus. Minha esposa, que &eacute; brasileira, foi quem aconselhou a publica&ccedil;&atilde;o dos posts em forma de livro, por se cuidar de conte&uacute;do hist&oacute;rico. Ap&oacute;s organizar o livro, o aprofundamento no conte&uacute;do durou cerca de um ano at&eacute; tua finaliza&ccedil;&atilde;o.</p>

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<li>1-Possibilidade destinos baratos, caso de Portugal ou China</li>

<li>Ensino t&eacute;cnico, tecnol&oacute;gico ou bacharelado: Veja qual combina mais com seus objetivos</li>

<li>oitenta e seis - Reserve tempo bastante para o cart&atilde;o-resposta (cerca de trinta minutos)</li>

<li>Raphael Barros (conversa) 23h49min de 7 de Janeiro de 2008 (UTC)</li>

<li>4 Fuyuka Kudou</li>

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<p>Pro formato final completei com chefs atuais, como no caso do &uacute;ltimo cap&iacute;tulo que trata da gastronomia molecular e do chef espanhol Ferran Adri&agrave;. G Comida: Qual foi o personagem, a hist&oacute;ria, a rota ou o feito que mais o impressionou? Trefzer: Prefiro n&atilde;o definir um acontecimento isolado, entretanto sim um contexto e suas ocorr&ecirc;ncias. Acredito mais em tend&ecirc;ncias que foram percebidas historicamente. ] nos remete ao encerramento do Renascimento e imediatamente mostra a credibilidade da It&aacute;lia na hist&oacute;ria da gastronomia. ] fornece novos temperos e produtos, uma cozinha mais criativa e mais bem elaborada.</p>

<p>&Eacute; o come&ccedil;o da alta culin&aacute;ria francesa. G Comida: De que maneira as receitas nos ajudam a assimilar o assunto hist&oacute;rico em que est&atilde;o inseridas? Trefzer: A gastronomia faz parte da hist&oacute;ria social, cultural e econ&ocirc;mica. Por Resultado, Brasileiros Dizem Que Precisam Priorizar S&atilde;o Silvestre , raros e caros, eram utilizados pela Idade M&eacute;dia como um tipo de privil&eacute;gio social. O Mercado De Trabalho Contempor&acirc;neo E Tuas Novas Necessidades de discernimento social.</p>

<p>Os cerimoniais, os banquetes e o preparo demonstravam as diferen&ccedil;as entre nobreza e camponeses, tendo como exemplo. Depois da Revolu&ccedil;&atilde;o Francesa, no s&eacute;culo XIX, os cozinheiros que serviam a nobreza ficaram sem emprego e abriram restaurantes. Isso de certa maneira democratizou o consumo de produtos que, at&eacute; desse modo, s&oacute; os nobres tinham acesso. G Comida: Nesses 8 s&eacute;culos estudados, &eacute; poss&iacute;vel identificar pratos ou ingredientes-chave? Trefzer: Dificultoso, porque a culin&aacute;ria europeia n&atilde;o &eacute; homog&ecirc;nea.</p>

<p>Depois do s&eacute;culo XVII, os temperos, em geral, foram quase extintos no mercado europeu. Isso ocorreu, tendo como exemplo, com os asi&aacute;ticos noz-moscada e canela. Em contrapartida, novos produtos chegaram &agrave; Europa vindos do Novo Universo, caso do tomate e da batata. A pimenta-do-reino &eacute; um ingrediente visto com frequ&ecirc;ncia na hist&oacute;ria da culin&aacute;ria europeia. Na atualidade, percebemos bem difundida na Europa a cozinha tailandesa, que tem temperos fortes.</p>

<p>N&atilde;o acredito pela repeti&ccedil;&atilde;o de produtos, pois mesmo que possa ser o mesmo produto apresentado, est&aacute; introduzido em um novo fato, com recentes caracter&iacute;sticas e formas de preparo. G Comida: A ang&uacute;stia com a sustentabilidade, a gera&ccedil;&atilde;o e o consumo e a defesa de ingredientes e produtos regionais aparece pela hist&oacute;ria?</p>

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